Lever Group

Decisões difíceis exigem alavancas certas.

Estruturamos direção, liderança e alinhamento em empresas de médio porte — para que a operação pare de depender de uma pessoa só.

Mais de 20 anos em operação industrial de multinacionais · Harvard Business School — Leadership for Senior Executives

Toda empresa está indo para algum lugar. Poucas escolheram conscientemente para onde.

A empresa fatura mais a cada ano. Mas quando o dono olha o lucro, o lucro não acompanha na mesma proporção. Ele trabalha mais, entrega mais, e sente que ganha menos liberdade — não mais.

Isso raramente é falta de competência. É estrutura. É uma empresa que cresceu de tamanho e manteve a mesma estrutura de decisão de quando era pequena — tudo passando por uma pessoa só.

Quando a empresa era pequena, esse hábito custava barato. Do tamanho que ela está hoje, ele custa caro todos os dias — só que de um jeito que não aparece direto na planilha.

Por trás disso, quase sempre, está a mesma coisa: a empresa nunca desempacotou a própria visão. Ela existe. Só nunca saiu da cabeça de quem a criou. Ninguém no time repete com as mesmas palavras, a estrutura não foi montada para sustentá-la, e aí a operação acelera numa direção enquanto a liderança rema em outra.

Se a mesma pergunta — para onde esta empresa vai nos próximos três anos — for feita a você e a três dos seus diretores, virão quatro respostas iguais?

Este trabalho é para você se

  • A empresa cresceu e você continua no centro de todas as decisões.

    O time é bom, mas nada anda sem passar por você antes.

  • Você promoveu técnicos excelentes para cargos de liderança — e eles ainda lideram como técnicos.

    Competência na entrega não virou competência em conduzir gente.

  • O faturamento sobe e o P&L não acompanha na mesma velocidade.

    A operação cresceu, a estrutura de decisão não.

  • Você não tira férias de verdade há mais tempo do que gostaria de admitir.

    Férias com o celular do lado, esperando a pergunta que só você pode responder, não são férias.

  • Você quer estrutura, não motivação.

    Procura alguém que entre na operação, não que suba num palco.

A Lever trabalha com empresas de médio porte — faturamento até R$250-300 milhões ao ano — e com quem tem responsabilidade real sobre decisão estratégica: dono, sócio, C-level, diretor ou gerente sênior.

Este não é o trabalho certo agora se

  • Você procura uma resposta rápida.

    Diagnóstico de estrutura leva semanas, não uma reunião. Quem precisa de uma decisão até sexta encontra ajuda melhor em outro lugar.

  • O que falta é energia, não direção.

    Existe trabalho excelente de motivação e engajamento no mercado. Não é o nosso.

  • A rotina de decisão do topo não está aberta a mudar.

    Estruturar liderança significa mexer em como e por quem as coisas são decididas. Sem isso, o resto é cosmético.

  • A expectativa é de execução terceirizada.

    A Lever não decide pela empresa. Provoca, estrutura e acompanha quem decide.

Nenhum desses pontos é um defeito. São momentos — e nem todo momento pede este tipo de trabalho.

Lucas Braga, fundador da Lever Group

Lucas Braga

Liderança não é um cargo. É uma postura.

Vinte anos dentro de operação de verdade. Turbina de hidrelétrica em Itaipu. Chão de fábrica na Gerdau, onde entrou como trainee entre 20 mil inscritos para 70 vagas e virou supervisor aos 22 anos — liderando 20 operadores veteranos que não tinham motivo nenhum para confiar nele.

Depois disso, a parte que ninguém coloca no currículo: conduziu a desmobilização completa de uma planta. Fechar uma operação inteira, com pessoas que ele conhecia pelo nome e pela família.

Hoje é executivo de operações em uma multinacional de capital americano, responsável por duas plantas industriais. Formado em Engenharia de Produção pela UEM, MBA pela FGV, e concluiu em 2026 o programa Leadership for Senior Executives na Harvard Business School.

A Lever nasceu de um padrão que ele viu se repetir em empresas de médio porte do interior de São Paulo: dono sobrecarregado, equipe travada, e uma estrutura de liderança que nunca foi construída. O que ele aprendeu em ambiente de alta pressão, aplicado onde faz mais diferença.

+0 anos

Em operação industrial

~0

Pessoas lideradas diretamente

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De performance operacional

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De OEE

Resultados de trajetória em operação industrial própria.

A primeira conversa é de diagnóstico, não de proposta.

Trinta minutos para entender onde a estrutura está travando. Se fizer sentido seguir, a gente fala sobre formato. Se não fizer, você sai com uma leitura da situação — e isso já vale a conversa.

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Perguntamos porte e cargo porque o trabalho muda conforme a estrutura da empresa. Nada disso vira lista de e-mail.